A visita a 6ª Bienal do Mercosul foi muito legal. Já havia indo antes, mas com um mediador a coisa fica diferente, por que daí você tem uma visão geral do artista e sua obra e com isso passa a entender melhor sobre o que esse artista fala através de sua obra. Particularmente gostei da obra do Jorge Bacchi. Esse cara é muito pirado na morte, pelo menos no trabalho exposto no Santander. Me identifiquei por que tenho atração especial pelo assunto, talvez não na mesma perspectiva que ele. Parece-me que ele fala do assunto de uma forma meio sombria, aquelas tiras de jornais contendo notícias sobre a morte de várias pessoas parece uma coisa meio macabra. Como acredito em reencarnação vejo a morte sob outro prisma, mais positivo. Não sei qual a opinião dele sobre o tema, mas têm muitas coisas mórbidas ali. De tudo que vi do Macchi foi essa obra ou instalação que mais gostei.
De cara quando entrei no ambiente onde está essa obra, percebi que se tratava de um globo de luz, assim chamado pelo menos nos anos oitenta. Lembrei dos meus velhos tempos de discoteca, sabe aquelas músicas que todo mundo dança. Foi o auge da minha adolescência, depois virei metaleiro e só queria ouvir heavy metal. Hoje não sei o que eu sou, mas gosto de todo tipo de música que é boa.
Falando da mediadora e relembrando de algumas leituras, novamente vem aquela história de conhecer ao máximo a obra e o autor para poder ter um diálogo claro com as pessoas para as quais será feita a mediação. Fora aspectos de ordem mais pessoais do Macchi, a pessoa que estava nos orientando sobre a exposição tinha total domínio sobre a obra e aspectos mais gerais do Macchi, sobre tudo a contextualização vida e obra do artista. Total segurança sobre o que estava fazendo. É legal ver uma pessoa trabalhando assim, imagino que nossos alunos devem pensar o mesmo de nós quando trabalhamos seguros do que estamos fazendo.
De cara quando entrei no ambiente onde está essa obra, percebi que se tratava de um globo de luz, assim chamado pelo menos nos anos oitenta. Lembrei dos meus velhos tempos de discoteca, sabe aquelas músicas que todo mundo dança. Foi o auge da minha adolescência, depois virei metaleiro e só queria ouvir heavy metal. Hoje não sei o que eu sou, mas gosto de todo tipo de música que é boa.Falando da mediadora e relembrando de algumas leituras, novamente vem aquela história de conhecer ao máximo a obra e o autor para poder ter um diálogo claro com as pessoas para as quais será feita a mediação. Fora aspectos de ordem mais pessoais do Macchi, a pessoa que estava nos orientando sobre a exposição tinha total domínio sobre a obra e aspectos mais gerais do Macchi, sobre tudo a contextualização vida e obra do artista. Total segurança sobre o que estava fazendo. É legal ver uma pessoa trabalhando assim, imagino que nossos alunos devem pensar o mesmo de nós quando trabalhamos seguros do que estamos fazendo.

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