Essa semana tivemos muitos acertos, ainda que, por minha ansiedade, os alunos tem demorado a realizar as atividades planejadas. Mas tenho que respeitar esse tempo da turma e o rítimo de cada aluno. Não concluimos os gráficos, apenas pude fazer uma breve introdução a respeito de gráficos e sua utilidade. Contudo, a pesquisa na intrnet foi proveitosa, os alunos pela priemra vez puderam pesquisar em três computadores diferentes, cada grupo utlizando um pc. Como sugeriu a professora Bea., deveríamos negociar com os setores da escola que têm computadores com internet. Foi o que fiz, utilizamos o computador da sala dos professores, o da biblioteca e o computador da supervisora. Mas na sexta feira a nossa sala de informática foi concluida e nessa semana vamos passar a fazer as pesquisas desta sala. Cada aluno poderá trabalhar individualmente na sua pesquisa e depois socializar com o grupo. Agora nosso blog vai deslanchar, pois poderemos acessá-lo com mais frequência. Quero destacar duas atividades realizadas na semana, que me deixaram muito contente. A primeira foi a leitura das fotos atingas da escola. Os alunos em seus grupos puderam ver as fotos, no primeiro momento, livremente e depois fui passando pelos grupos e questionando-os sobre as imagens que estavam vendo. Uma das coisas que me chamaram a atenção nessa atividade, foi a empolgação dos alunos em manusear as fotos, coisa que eu não via a muito tempo. Hoje vivemos em um mundo em que não se revelam mais fotos como antigamente. Apenas vemos nos dvds, computadores, máquinas digitais e celulares. Não existe, principalmente, nas crianças aquele custume de ver fotos em álbuns de fotografias. Os alunos ficaram encantados por poder ver fotos antigas da escola e como era o entorno da mesma. Puderam comparar como era a escola antigamente e como ela está agora. É a coisa do objeto, interagir com ele e construir o conhecimento a partir dessa interação. Segundo H. Wallon (1979) “A escola é um coletivo, que não deve deve ser deixado ao acaso de uma simples reunião. Deve ser organizado pelo mestre…” Pois, essa atividade e a próxima que relatarei, ensejam a possibilidade de organizar esse coletivo que vem para a escola. Ou seja, as imagens são carregadas de informações, simplesmente olhá-las não teria sentido algun. Aqui entra o professor como instigador, mediador da discussão que possibilitará aos alunos construir seu conhecimento. A segunda atividade foi a apreciação dos alunos com relação ao caminho que fazem da escola para casa. Essa atividade foi realizada na sala de vídeo com auxílio do data show. Eram fotos do Google Eart que fizemos print screen e depois, manipulamos no paint. Entre outras coisas fizemos cálculos da distância da casa de dos alunos até a escola. Essas distâncias no primeiro momento eram apenas medidas pela visão, comparando quem morava mais perto e quem morava mais longe. Depois fizemos cálculos utilizando como unidade de medida a palma da mão. Essa unidade de medida foi sugerida por um aluno porque não havia régua na sala onde estávamos para fazer a medição, então sugeriu fazer dessa forma. Depois uma colega disse que tinha uma régua, mas que não tinha números, mas que a mesma tunha 15cm. Daí partimos para o cálculo mental com números. Mas o destaque fica para a percepção dos alunos de que não precisamos só de régua par medir. Surgiu a idéia do lápis como unidade de mediada, a mão, mais tarde os passos. Segundo Paulo Freire (1987): “Uma pedagogia autoritária, ou um regime político autoritário, não perminte a liberdade necessária à criatividade, e é preciso criativiade para se aprender”. Finalizando, penso que nessa aula houve criatividade por parte do aluno para resolver a questão da distância entre suas casas e a escola e uma pedagogia democrática que permitiu a criatividade em sala de aula.
Veja as imagens:

Um comentário:
Mario, que trabalho excelente deve ter sido esse teu. Uma das competências matemáticas mais importante é saber fazer aproximações, seja medindo metros, gotas, nuvens, vento, pessoas, células etc... Com isso, pode-se fazer estimativas que são , na maioria das vezes , o bastante para se compreender algo que se quer saber. valeu!!
Um abraço
Bea
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